quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Volta

Voltará então?
Sumiste como um falcão
Que paira leve no ar gelado
Deixou-me perdida
Sem rumo
Sem saída
Suplicando por tua volta
Chorando tua falta

Então,
Agora volta?
Agora, que a poeira baixou?
Que minha fila andou?
Que te larguei em um canto de minha mente
Que enxuguei o pranto de minha face


Irá querer remoer mágoas
No meu peito?
Irá abrir as feridas
Já quase cicatrizadas?


Irá me dizer,
De uma vez,
O que quer de mim?
Será que irá me enlouquecer
E de novo partir?


Que medo
Que apuro
Seu exotismo,
Minha falência
Sua liberdade,
Minha carência.


Volta sim,
Mas me diga

O que pretende
Diga logo o que
Quer de mim.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Bem e mal

De dia teu anjo:
Te escutar,
Te aconselhar,
Te iluminar, às vezes,
Te guiar, te fazer ver
Teu valor
Tua inteligência
Tua consciência,
O porquê de merecer
Assim tanto amor.

À noite teu diabo:
Te fazer queimar
Te fazer arder
Meter fogo na tua cama
Te fazer gritar
Te fazer gemer
Te fazer pecar
Com toda vaidade
Luxúria
Precipício abaixo.

Depois apenas humana,
Dormindo nos teus braços;
Serena,
Estendida

Feliz
Na tua cama.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Nem sabes

Moço do sorriso fácil
És esperto, porém
Ama a vida
Como ninguém

Seu alto astral
Me atrai
Fico boba
Só de te ver

Me diverte,
Me faz tanto rir
Quando me
Adverte

Sempre está certo
Eu tão atirada
Não tem porque ser assim
Tão exposta e declarada

Queria que toda
Essa cautela
Fosse ciúme
Daquele de quem
Tanto quer bem

Ah moço do sorriso fácil
Da sabedoria
E persuasão
Tão observador
Como não percebeste
Que guardo pra você
Todo o meu amor

Moço do sorriso fácil
Pudera também fácil ser
Te conquistar

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Olha

Viu?
Não há nada.
Só um imenso vazio,
Vácuo do universo;
É estranho
É perplexo
Alguém que saiu
E ninguém substituiu;
Restituiu então a vaga.

Uma mente travada
O coração cansado
O desejo mais
Subjetivo e abstrato

Se distrai
Com qualquer besteira
Pra não pensar

Que seu destino
Há de ser sempre
Assim só,

Que a solidão
A escolheu de companheira.

Que essa barreira
De força
De coragem
E de independência
Nada mais é
Que um disfarce
De quem procura
Em todos os cantos,
O amor —
E nada encontra.

Continua o caminho
Sozinha
De grão em grão
De linha em linha.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

OH Bebida boa

Esta noite
Vou me jogar
Deixar perder
Deixar ganhar

Hoje vou tomar um porre
Vou me acabar
Até esquecer
O que estive
A pensar

Bebida malandra
Ela me refresca
Organiza a mente
Fazendo uma festa

Quando faço merda,
A bebida apaga

Quando tenho
Uma agonia,
Ela me conforta

Quando tenho
Uma fantasia,
Ela me encoraja

Quando estou
Pra baixo,
Ela me levanta

Quando estou
Cheia dela,
Ela me entorta

Eu sem bebida
Só morta!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Um só momento de reflexão

O sol dessa época do ano me atordoa. Poucas vezes paro pra pensar, mas no fundo sei que tenho orgulho de viver no país que tem o passaporte mais valioso do mercado negro. Qualquer foto pode ser aplicada nele que não tem problema, seja índio, turco, japonês, caucasiano, ruivo ou negro. Todos são aceitos. Nesse país da mistureba extrema. Parece que colocaram todas as nacionalidades em um liquidificador. Passo um tempo observando a rua e pensando, o que fazem todas essas pessoas que estão por aqui a passar. Vidas. Tarefas. Destinos. O que as deixam felizes? O que as deixam tristes?
Tento adivinhar. Fico chutando algumas características, preferências sexuais, pequenos espaços de seus passados.
Me distraio assim dos pensamentos sobre os meus assuntos. Chatos. Nada promissores. Medíocres.
E a moça que passa agora pela esquina carrega com ela um bebê, não é casada e trabalha, é secretária. Além disso, esconde sua tara por homens acima do peso.
Aquele ali que carrega nas veias o sangue indígena, na certa, fez suas malas há 2 anos e deixou o Pará, com tantos sonhos que as estrelas seriam mais fáceis de contar. Mas, chegando na cidade grande, nada assim tão bom lhe ocorreu, mas a esperança ainda vive, no coração de um pobre rapaz que já não sabe mais do que corre atrás.
Aquele senhorzinho de camisa xadrez tanta vida já teve em mãos, agora começa seu descanso que, mais dia menos dia, será eterno. Caminha lento entre as poucas árvores e tanta fumaça, caminhando, caminhando, caminhando...
A senhora, que leva em mãos o guarda-chuva já sabia que, certamente, às 18h a garoa viria.
Uma menina ali parada no ponto de ônibus, nem se preocupa com a presença na rua das “primas”. Inocente, saia comprida, milho entre os dentes, tem toda a vida pela frente, e ainda não descobriu a maldade dos homens. Desconhece o cinismo, a corrupção, o egoísmo e a falta do povo de observação. É a pureza e natureza humana personificada, ainda não juntou seus calos, nem arrependimentos e nem mágoas.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Patético

São os teus instintos
Meus tormentos
Teus desejos
Minha mais plena entrega

Me usa
Com grosseria
Me abusa
Como uma cadela

Odor de sexo
Conversa sem nexo
Confuso e complexo

Tem poder sobre mim
Pele, química
Ou qualquer coisa assim

Me jogo
Nem penso
Não tenho dono

Madrugada
Possuo só o relento

Pulguento
Nojento
És um cachorro
Safado
Pervertido
Tarado

Mas se me olha
Sem vergonha
Te arranjo logo
Um abrigo

Pouco abaixo do meu umbigo
Olhar esse teu sabido

És esperto
Maroto
Não tens pena
Garoto

Pecadora sou
Se passa na vista
Com robusta vontade

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

EGO


Já vi que gosta de mim,
Mas não sei se comigo é feliz
Pois desconfia da minha verdade,
Que não te quero tanto assim.

Que, na verdade,
Te mantenho aos meus pés
Para acariciar meu ego
Para sentir-me melhor.

Apesar de eu não crer em seus
Elogios infantis
Fico cheia de mim
Ao ouvi-los
Faço de tuas declarações
Uma energia vital.

Com você,
Eu sou rainha
Sou leão

O mundo em torno de mim gira
Onde em todas as modalidades sou campeã
Todos me admiram
E me idolatram
Onde não há ninguém
No mundo melhor que eu

Você é o espelho da minha alma
Reflete o ideal do meu ser
Por isso não consigo deixar-te
Nem amar-te de verdade

Brisa

Passou como uma brisa
Foi doce como o mel
E se foi rápido como uma chuva de verão

Quente em minha alma
Já foi-se embora
Mas deixou em mim uma grande calma
Um lago sem nenhuma marola

Paixão que soa como flauta
Leve e sem pena
Triste e poética
Em tempo pequena
Em solução patética

Amei-o mais que o esperado
Senti meu coração estagnado
No momento e na loucura

Apaixonei-me pelas suas causas
Estudo, fascínio e curiosidade
Eternidade

Profundeza da vida sem razão cientifica
Gosto de sentir, amar e beijar
Procurar no tranqüilo do seu azul
O suspiro e sussurro de uma noite fria
O uivo diante à lua clara

Vontade a minha de correr nua pela a mata
Vontade a minha de ser possuída pela sua lábia ingrata.

Trágico encontro

Trágico encontro
Do desespero com o labirinto
Pra onde vou ?
O que faço?
Pra quem minto?
Sou um escombro
Visto em sol de mormaço
Petulância escrota
Desgastada do cansaço

E que destino me espera?
Será um drama de novela?
Será uma trama mais singela?

Esforço falta
Preguiça sobra
Me pergunto ainda
Por que tanta ganância?
Tantos objetivos
E pensamentos nesta vida

De quê me adianta toda essa curiosidade
E sede de conhecimento
De nada me serve esse progresso
Nada ganhei com o desenvolvimento

Queria viver
Em uma sociedade primata
Ser mais instintiva
E menos regrada

O cotidiano me atordoa
Sou mais eu quando o eu não existe
O desejo desaparece e a vida se faz clara
Além do presente
Percebo que não tenho nada

Precaução e medo
Besteira e perda de tempo
Raiva cega
Amor perverso

Me agrida
Te peço
Porque minha mente é doente
E a culpa me fez masoquista

Tuas palavras grotescas
Proferindo no universo
E tuas mãos brutas
Puxando meu braço
Rumo ao inferno

Quero me livrar
De tantos sonhos e desejos
Desentulhar da cabeça
O vício do pensamento

PERMITA-SE


Permita-se ver a beleza do amor
Permita-se sentir a felicidade
E a dor
Permita-se mergulhar em um
Forte abraço
Molhar-se em um amasso

Permita-se!
Permita-se!

Viva com toda intensidade
De que sua alma necessita
Não deixe as oportunidades
Se mandarem
Aproveite!

Permita-se viver o dia de maneira diferente
Presencie o nascer e o pôr do sol
E descubra nas pequenas coisas
A essência de seu espírito

Respire fundo e expire devagar
Sinta os aromas que estão ao seu redor
Veja as flores, árvores e animais
E saboreie as frutas, carnes e vegetais

Esqueça a TV, o rádio e os jornais
E observe o tempo passando lentamente
E, assim, encontre a paz.

MOÇO

Aquele moço
Cheio de gula
Alvoroço

Dono de uma beleza travessa
Uma vontade
Curiosidade
Não sai de tua cabeça

Te atiça
E te satisfaz
Te leva até as estrelas com palavras
Geme um elogio e te afaga
Te mima, te judia, te acode, te machuca.
Se perde de ti,
Mas te salva do vazio.

Poesia

Quando escrevo um poema
É como se vomitasse
De uma ânsia agonizante

Cada palavra escrita
É uma lágrima
Não derramada

Falo de amor
Falo da dor
E da saudade pulsante
A noite de felicidade passageira
Falo da beleza das estrelas
E da tristeza e da doença
Da tua ausência.

Escrevo o que não posso dizer
Pensando no que não posso escrever.

UM BELO DIA

Um belo dia,
É aquele que você
Pode descansar
De não ter feito
Absolutamente nada

Um belo dia,
É aquele que você é dispensado
Mais cedo do trabalho
Vai pra casa sem parar em
Nenhum semáforo
E a comida ainda
Está quentinha no forno

Um belo dia,
É aquele que você recebe
Flores do namorado
Ou admirador
E com o cheiro
Do buquê
Você se lembra
De que sempre
Tem alguém que gosta muito
De você

Um belo dia.
É aquele sábado
de sol
praia,
piscina
ou rio,
a água refletindo
a alegria de se estar vivo

Um belo dia,
É aquele domingo chuvoso
Que você se permite
Passar inteiro de pijama
Na frente da TV.

Casa Torta














Construímos casa de bases tortas
Buracos, falhas, prestes a desabar
Mágoas passadas, erros bobos
E águas passadas não movem moinhos
Penso só em tocar pra frente
Fingir que nos conhecemos ontem
Do jeito que somos agora

Não lembra dos prantos do passado
Que ainda molham nossas faces,
Isso porque sabemos que não sabemos
Ser felizes separados

Se olho para teu rosto,
Ardido de tristeza,
Me comovo,
Quero te abraçar e destruir nossa agonia
Afinal, quem eu queria enganar?
Sorrindo estupidamente sem ti?

Não quero pensar em algo fútil,
Que me faça, apenas por instantes,
Me esquecer de ti.

Quero olhar fundo nos teus verdes olhos
Deixar corroer minha alma.

Amar é mais do que sei definir,
Cair num poço de descobertas sem fim.
Somos aprendizes nesta história,
Descobrimos que juntos somos felizes
E é só pra ti que sei sorrir.

Entre mim e ti existe uma dor,
Mas entre mim e ti existe o amor
Que não vou deixar se extinguir.

MENTIRA


Às vezes, mentir se faz necessário. Ou pela tamanha idiotice da verdade ou para proteger o emissor contra eventuais traumas.
Conto aqui meu caso. Segunda-feira, depois da maravilhosa e relaxante semana de reposição de aula, apareço na faculdade com o olho roxo.
A VERDADE: assoprei o cinzeiro (super esperta) e entraram cinzas no meu olho, uma delas alojou-se lá. No outro dia, acordei com o olho já inchado e roxo.
Contar essa verdade faria eu morrer de vergonha. Afinal, um fato meio absurdo e completa ausência de inteligência da minha parte.
Foi então que histórias mirabolantes brotaram.

AS MENTIRAS:

- Tretei com uma menina enorme cujo namorado me xavecou, na saída da balada. Mas, antes dela acertar meu olho, acertei um chute de esquerda na cabeça e um gancho no estômago.

- Meu pai me pegou fumando um baseado e me deu um soco no olho, e vim rápido pra Sampa pra fugir dos flashs da oposição (porque ele é político).

- Apanhei do namorado que me flagrou com outro, um gatão que pintou no aniversário da minha amiga. Hahahaha.

Assim, deixei a imaginação fluir. Contei mais mentiras do dia 1° de Abril.

Reciclagem de idéias

Tudo igual. O mundo visto com os mesmos olhos. O tédio e o sentimento de certeza confortável. Falsa segurança. A mente se engana. Como que paralisado, o pensamento estagnado se acomoda. Emoções nunca se apagam. Somos o que vivemos e o que concluímos com nossas ações. É hora de mudar. Transformação. Sem jogar fora o que já foi armazenado. Reciclam-se, então, as crenças, as dúvidas e as certezas. A única certeza é a questão. Questionamento contínuo, pergunta e procura. Respostas são só ilusões. Planejando uma vida. Passo a passo, e nada se faz como o idealizado. Renovam-se as visões, há cambio nas cores, nos sons, nos gostos e nas vontades. Alterados foram nossos desejos. Tempo passa. Chega o dia em que vemos quanto erradas eram nossas crenças, quanto aprendemos com os equívocos. E cada ação passada, largada, deixada, não esquecida, mas nunca mais retomada. Reciclagem das idéias perpetua-se para a evolução. Inauguração da mais nova percepção.

Um sonho

Quase nunca me lembro dos sonhos.
E quando lembro, são tão incoerentes
Que mal tento interpretá-los.

Estou tão solta ao mundo. E tão presa
A essa falta de objetivos.Enquanto alguns choram
Por não terem conseguido o que desejaram,
Eu choro por não ter o que desejar.

Desejo acordar amanhã.
Simples assim.

Não espero que o dia seja emocionante.
Não espero me apaixonar.
Não espero ser admirada.
Não espero criar alguma coisa.
Não espero ter sorte.
Não espero ser elogiada.
Não espero abraços fortes.
Não espero fazer algo saudável.
Também, não espero muita diversão.

Espero apenas que o sol nasça e se ponha.
Que as pessoas vão e voltem.
Que os sinos soem.
Que as lojas abram e fechem.
Que pessoas nasçam e morram.
Que invistam e falhem.
Que todos os seres se alimentem.
Se procriem. Se defendam.
Que as plantas façam fotossíntese.
E haja pães na padaria logo cedo.
Que haja pessoas nos botecos no happy hour.
Que haja notícias nos jornaleiros.

E o dia vá se deitar da mesma maneira,
Restando nas ruas, apenas,
As profissionais do sexo, os loucos
E os sem-teto.

Ora vejo que barato

Ora vejo quanto sou flexível, quanto não sofro tanto mais.
Ora vejo como é fácil se perder em sentimentos obscuros, ser levada ao fundo, mas voltar atrás. Como 2 anos bastaram para mudar todo o cenário, o sentimento e carregar embora a frustração. Carregou também aquela velha esperança, desejo de vingança e o calor do meu coração.
Ora vejo como as palavras podem ser ingratas, lidas, transcorridas, falsas e jamais sensatas. Vejo, também, quanto é simples, o incerto, o satisfatório, o talvez correto.

Ter vinte anos não poderia ser melhor ou pior.
Preocupações são maiores, mas são também menores, o ofício talvez um vício.

Pensamento um pouco intrínseco, aquela coisa bela que vejo melhor.
A coisa singela, sincera, não quero mais possuir tudo que vejo, pois já possuo o que posso ver.
Se não vejo, nem me importa, se beijo me conforta. Se ouço assim tua voz. Retorno ao tempo zero, ao mistério , ao simples e singelo.
Tudo que quis um dia, ainda quero mas, só agora, só agora. Acordar e não te ver mais. Relembrar e não sentir mais. O gosto é vitória, a sorte está batendo a porta.
A vida é minha maior glória. Sou bela, sou sincera. E não te machuco mais. Só esprema meu néctar e vai voando, voando, na certa, a procura do nada.
Nada completo, nada discreto, nada autêntico, nada excêntrico.
Foi no vácuo que o homem não caiu.
Foi no saco que o boi sentiu.
No zumbido da tua ausência, som que ultrapassa minha consciência.
Clima estranho, mais um ganho.
Te oprimi. Opressão sensata, opressão barata. Nem percebe e está a minha espera.
Espera ingrata, espera exata, momento ilusório, ainda habito teus sonhos.
Um momento lúcido apaga o escuro.
Lambe o azulejo, expira o desejo. Solta um leve bocejo, coça a virilha. Espreguiça.
Alonga a costela, olha bem pra ela. Moça da revista, bunda de fora, decote ousado, cores alteradas, olheiras disfarçadas. Mas a promessa é assim básica, estou parada, imobilizada, me olhe , se iluda, aproveite estou nua.
Feche os olhos e pense. Amanhã 6 e meia levanto. Café pronto, moto ligada, mochila nas costas, água no rosto. Despertou, é o ofício, fuma um cigarro, só mais um vício.
Fome, arroz , feijão , bife e berinjela. Sobremesa, só mulher continua na mesa. Chocolate, momento de felicidade. Degusta fervorosamente, orgasmo gastronômico. Serotonina sangue do meu sangue. Fervendo no inferno da gula e prazer.
Para alguns a razão e o saber são mais prazerosos que comer.

Carta de amor do MARKETEIRO

Querido Cliente,

Quando te vi a primeira vez tive um INSIGHT. Logo te adicionei ao meu DATABASE. Fui pró-ativo e no dia seguinte já te liguei. Seu FEEDBACK positivo me animou. Então, dei meu máximo na sua FIDELIZAÇÃO. Promovi nosso barzinho na quarta e cinema na quinta. Você se maquiou e finalizou a ARTE. Tudo em CMYK, o MAGENTA dos seus lábios brilhavam. No CHECK-LIST registrei o beijo doce que você me roubou.
Não usei de BENCHMARKING para te conquistar, mas tive que traçar uma estratégia de combate à concorrência. Elaborei a SWOT da situação, e te abracei bem forte para todos verem que você já é CONTA minha. Para expressar meus sentimentos fiz uma peça ALL-TYPE. No seu BRIEFING faltavam informações que estou descobrindo todos os dias. Você tem deixado BRAND no meu coração. Você não tem nada de COMMODITY. E o CICLO DE VIDA desse relacionamento será eterno. Você OTIMIZOU minha vida e eu gostei. Esse não é só mais um CASE passageiro.


Marketeiro