quinta-feira, 1 de novembro de 2007

MENTIRA


Às vezes, mentir se faz necessário. Ou pela tamanha idiotice da verdade ou para proteger o emissor contra eventuais traumas.
Conto aqui meu caso. Segunda-feira, depois da maravilhosa e relaxante semana de reposição de aula, apareço na faculdade com o olho roxo.
A VERDADE: assoprei o cinzeiro (super esperta) e entraram cinzas no meu olho, uma delas alojou-se lá. No outro dia, acordei com o olho já inchado e roxo.
Contar essa verdade faria eu morrer de vergonha. Afinal, um fato meio absurdo e completa ausência de inteligência da minha parte.
Foi então que histórias mirabolantes brotaram.

AS MENTIRAS:

- Tretei com uma menina enorme cujo namorado me xavecou, na saída da balada. Mas, antes dela acertar meu olho, acertei um chute de esquerda na cabeça e um gancho no estômago.

- Meu pai me pegou fumando um baseado e me deu um soco no olho, e vim rápido pra Sampa pra fugir dos flashs da oposição (porque ele é político).

- Apanhei do namorado que me flagrou com outro, um gatão que pintou no aniversário da minha amiga. Hahahaha.

Assim, deixei a imaginação fluir. Contei mais mentiras do dia 1° de Abril.

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