quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Brisa

Passou como uma brisa
Foi doce como o mel
E se foi rápido como uma chuva de verão

Quente em minha alma
Já foi-se embora
Mas deixou em mim uma grande calma
Um lago sem nenhuma marola

Paixão que soa como flauta
Leve e sem pena
Triste e poética
Em tempo pequena
Em solução patética

Amei-o mais que o esperado
Senti meu coração estagnado
No momento e na loucura

Apaixonei-me pelas suas causas
Estudo, fascínio e curiosidade
Eternidade

Profundeza da vida sem razão cientifica
Gosto de sentir, amar e beijar
Procurar no tranqüilo do seu azul
O suspiro e sussurro de uma noite fria
O uivo diante à lua clara

Vontade a minha de correr nua pela a mata
Vontade a minha de ser possuída pela sua lábia ingrata.

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